Restabeleceu-se a ordem. O município de Paulínia, no interior de São Paulo, voltou a gozar da ampla e irrestrita mediocridade depois de quatro anos se passando por uma Hollywood tupiniquim com inspiração Bandeirante pela pretensão de conquistar o status de capital do cinema nacional. Ufa! Tivemos de amargar esse tempo ouvindo as vozes do cinema nacional falando maravilhas sobre a política cultural do município do interior paulista.
O tal Festival de Paulínia e tudo que se prognosticou a partir dele não passaram de ignorância de alguns e picaretagem de outros tantos envolvidos com a cadeia de produção do cinema nacional. Uma farsa ou coisa muito pior, dependendo do ângulo do observador.
Um dia, do nada, um prefeito resolve promover um festival de cinema. Detalhe, a cidade não possuí nenhum vínculo com a sétima arte, ninguém de cin...